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Plano Alimentar

Saiba como utilizar seu plano no dia a dia, fazer substituições e o que fazer quando tiver dúvidas ou dificuldades para segui-lo.

Seu plano alimentar foi construído para ser uma direção para suas escolhas, considerando suas necessidades, objetivos e rotina. Mas ele não existe para transformar sua alimentação em uma sequência de regras que você precisa cumprir perfeitamente.


O objetivo é que ele te ajude a saber o que fazer na prática, enquanto observamos juntas como essas estratégias funcionam na sua vida real.



Como usar o seu plano

No aplicativo, você encontrará as refeições organizadas com alimentos, quantidades e opções de substituição.

Sempre que possível, use essas informações como sua principal referência.


As quantidades têm uma função dentro da estratégia, assim como a composição das refeições. Por isso, principalmente no início ou quando houver alguma orientação específica, é importante seguir as referências propostas para conseguirmos avaliar como elas funcionam para você.


Isso não significa que sua alimentação precise ser matematicamente perfeita todos os dias. Significa que precisamos de uma base suficientemente consistente para saber o que estamos avaliando antes de decidir o que precisa mudar.


Posso fazer substituições?

Sim — quando houver opções de substituição disponíveis no seu plano, você pode utilizá-las para variar sua alimentação.


Só tome cuidado para não considerar qualquer alimento parecido como uma troca equivalente.


Dois alimentos podem parecer semelhantes e ainda assim ter diferenças importantes na quantidade, composição ou função daquela refeição.


Se quiser consumir algo que não está entre suas opções e não souber como encaixar, me pergunte em vez de simplesmente deixar de comer ou tentar compensar depois.


E se eu não conseguir seguir alguma refeição?

Primeiro: não conclua imediatamente que você “não consegue seguir o plano”. Tente perceber o que exatamente não funcionou.

  • Foi a quantidade?

  • Ficou com fome?

  • Foi comida demais?

  • Enjoou?

  • Não gostou?

  • O horário ficou ruim?

  • Não teve tempo para preparar?

  • O alimento não estava disponível?

  • A refeição não funcionou naquele ambiente ou naquela rotina?


“Não consegui” nos diz muito pouco.

Entender por que não conseguiu é o que nos permite encontrar uma solução melhor.


Não ajusto tudo na primeira dificuldade!

Nem toda situação diferente exige uma mudança no plano.


Um dia de mais fome, uma refeição que não conseguiu fazer ou um imprevisto na rotina podem ser situações pontuais.


Quando algo começa a acontecer com frequência, aí sim temos uma informação mais importante.


Por isso, se perceber que uma dificuldade está se repetindo, me sinalize.


Dependendo da situação, podemos fazer uma orientação pontual ou analisar melhor antes de realizar algum ajuste.


Seu plano também pode mudar

O plano alimentar não é um documento que precisa permanecer igual durante todo o acompanhamento.


Conforme seu corpo, rotina, preferências, dificuldades e objetivos mudam, a estratégia também pode precisar mudar.


Mas os ajustes não são feitos apenas porque “enjoamos da dieta” ou porque um dia saiu diferente.


Eles são feitos quando existe uma razão para tornar a estratégia mais adequada, eficiente e sustentável para o momento em que você está.


E quando eu comer algo que não está no plano?

Isso vai acontecer.


Restaurantes, festas, viagens, finais de semana, imprevistos e vontades fazem parte da vida — e aprender a lidar com isso também faz parte do acompanhamento.


Uma refeição diferente não anula as anteriores e não exige compensação na próxima.


Volte normalmente para sua rotina e registre o que aconteceu. Temos orientações específicas sobre essas situações nas páginas “Saí do planejado. E agora?” e “Refeições fora e eventos”.


O plano precisa servir à sua vida, mas também precisa de uma chance de funcionar! Existe uma diferença entre adaptar uma estratégia porque ela realmente não funciona para você e mudar toda vez que ela exige algum esforço, organização ou aprendizado.

Por isso, não buscamos nem rigidez, nem fazer apenas aquilo que é mais fácil naquele momento.


Buscamos entender:

  • O que precisa ser adaptado?

  • O que precisa ser aprendido?

  • E o que precisa apenas de mais repetição para ficar mais fácil?


É assim que, aos poucos, o plano deixa de ser algo que você simplesmente “segue” e passa a ser uma ferramenta para desenvolver uma alimentação que você consegue conduzir com cada vez mais autonomia.

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